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O que aprendi ao fazer parte de uma sociedade de engenheiras

A união faz a força e não é um eufemismo.

SMET (Sociedade de Mulheres das engenharias & tecnologias) é uma organização que pretende unir e dar voz à mulheres do mundo das engenharias e tecnologias em Angola. Quando fui convidada para fazer parte desta organização, estava um bocado cética porque pensei, “um grupo só de mulheres? Nah, vai rochar.” Mas me foi provado o contrário! Ás conversas são construtivas, motivacionais e é muito inspirador ver mulheres a partilhar experiências para o crescimento e emponderamento das outras. A experiência é fixe demais para guardar só para mim então, eu vou partilhar 5 coisas que aprendi ao ser membro da sociedade.

#1 A união não só faz a força mas também transforma

Reprodução: ISPTEC

“A mulher angolana tem muita força e é inteligente mas às vezes desconhece a força que tem.” – Kátia Gabriel, Engª Química.

E é aqui onde entramos, na parte em que nos ajudamos a redescobrir a fonte de energia para o alcance do sucesso de cada uma, a elevação é diária e quando uma ganha… Ganhamos todas!

#2 Ouvir e filtrar é bom para um ótimo desempenho

“A passagem de testemunho que é usada nesta organização é uma ferramenta importante para incentivar e inspirar outras mulheres a seguir carreiras Técnicas e se destacarem.” – Kátia Gabriel, Engª Química.

A SMET tem engenheiras mestradas e doutoradas em diversas áreas, com uma vasta experiência no mundo do trabalho que servem como mentoras para estudantes de todas as áreas o que ajuda muito nas tomadas de decisões e, na consciencialização de como o mundo real funciona.

#3 Não ter medo de desafios

Reprodução: UVA Today.

“Quando se entra no mundo do trabalho o mais importante é tirar o melhor partido da experiência, porque servirá para a tua auto descoberta, os teus pontos fortes e às áreas a melhorar”. – Debora Joice Palma, Recursos Humanos – Payroll Technician

#4 Trabalhar em equipa

Reprodução: Facebook

“É um facto que vamos sempre nos deparar com pessoas diferentes. E precisamos ver através dessas coisas todas para que tenhamos um bom desempenho e crescer profissionalmente.” – Victoria Pedro, Engª de produção industrial.

#5 Capacidade de adaptação

Reprodução: Blackdoctor. Na foto é a Mary Winston Jackson foi uma matemática e primeira engenheira aeroespacial na NASA.

As tecnologias estão sempre em constante mudança, desenvolvimento e evolução. Cabe a nós nos adaptarmos. Mulheres eram subestimadas, mas hoje em dia é diferente porque os homens se tornaram grandes aliados.

Todos os testemunhos foram passados por mulheres com uma grande experiência. Se és mulher, estudante ou graduada e queres fazer parte dessa sociedade, não te acanhes. Junta-te á nós!

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